Capitulo 37
Capítulo 37
"Quem luta com monstros deve cuidar para não se tornar um monstro." - Nietzsche
Na capital, Marina e Rafael estavam sentados frente a frente sentados à mesa e os empregados serviam o jantar, o clima estava pesado, Marina estava visivelmente irritada e os olhos faiscavam de raiva.
- Quando vamos para Nova Esperança, mamãe? Há semanas que já deveríamos estar lá. Estamos perdendo tempo aqui.
Marina responde com raiva contida, mas cada palavra era como uma lâmina.
- Eu mandei investigar aquela Diana. - Disse, com firmeza. - E agora você me diz que sua irmã está envolvida com ela?
- Eu soube por Marcílio, mãe. Ele não mentiria sobre isso.
Marina levou a taça de vinho aos lábios, o gole desceu como fogo. Ela fez um gesto para que os empregados se retirassem, e quando ficaram a sós, sua voz saiu cortante:
- Essa informação é correta? Ele tem certeza disso?
Rafael respondeu firme:
- Confio no Marcilio, mãe. Ele é um dos meus melhores amigos e tem contato com alguns amigos da Carol e foi namorado da Alice.
Marina fechou os olhos e levou a mão à testa, balançou a cabeça como se um pesadelo
- Então é pior do que eu pensava.
- Do que a senhora está falando, mãe? Rafael estreitou os olhos.
- Como eu disse, mandei investigar a tal Diana e a família dela. Não consegui provas de que ela seja filha do Dário, mas, ela aparecer e comprar justamente aquelas terras, o nome dela ser igual ao da filha daquele assassino, é lógico que desconfio Rafael e muito.
Rafael cerrou os punhos, sentindo o ódio crescer.
- A filha do assassino do meu pai... - repetiu, com rancor. - Então é com esse tipo de gente que minha irmã anda se envolvendo? Já não basta essa bobagem de se envolver com mulheres? Ela ainda tem que se envolver com aquela gente!!!!!
Marina assentiu, satisfeita em ver o filho inflamado, ela se inclina para frente e de maneira firme e cruel disse:
- Temos que ter calma Rafael, agir com todo o cuidado. Mesmo mandando investigar aquela mulher, não consegui prova concreta de que ela realmente é filha daquele homem. Mas, consegui fotos dela, dos supostos pais, dos irmãos...
- Mãe....
- E sabe o que é mais engraçado, meu filho? O nome da mãe dela também é Sandra, eu vi as fotos dessa mulher, a tal Sandra, não éramos próximas, mas lembro o suficiente. E ela é muito parecida com a esposa do assassino de seu pai quando mais nova.
Rafael bateu com as mãos na mesa.
- Isso não é coincidência Rafael, mesmos nomes, aparência, a vagabunda foi expulsa de Nova Esperança grávida, o filho do meio teria hoje a mesma idade do bebe que estava na barriga. Para mim, essa Diana é a filha do assassino do Otávio.
Rafael cerrou os dentes, a mão fechada com faca no meio bateu mais uma vez na mesa fazendo com que o vinho da taça caísse sobre a mesa.
Rafael respirou fundo, mas sua voz saiu carregada de rancor.
- Eu não aceito a vida que a Carol escolheu. Não aceito essa pouca vergonha. Ela vai ter que ouvir algumas verdades, ainda mais com a filha daquele assassino. Ela deve estar usando a boba da Carol pra chegar até a nós.
Marina estreitou os olhos, fria.
- E ela vai ouvir, Rafael. Eu não criei minha filha para que ela me envergonhe se agarrando com mulheres e muito menos que se envolve com a filha do assassino do próprio pai.
- Ela vai aprender por bem ou por mal que não pode ser misturar com gente como os Camargo. Quero só ver a cara do vovô quando souber com quem a neta amada dele está se envolvendo.
Marina bufou, cuspindo as palavras com desprezo.
- Seu avô é um dos culpados, lembro muito bem quando tentei corrigir sua irmã por estar envolvida com mulheres na adolescência como ele e sua avó chegaram aqui dando uma de salvadores da neta. Me tratando como errada na história e dando total apoio a sua irmã.
- E olha agora o resultado! Ela envolvida com a filha do assassino do nosso pai, uma Camargo!
- Se ela tivesse sido corrigida naquele momento nada disso estaria acontecendo. Mas... fui proibida por eles de fazer qualquer coisa, e ainda tiveram a ajuda daquela amiguinha da sua irmã, a fiel escudeira.
- A Alice? O Marcílio ainda é apaixonado por ela. A última vez que estive em Nova Esperança batemos de frente algumas vezes e quase dei uns empurrões nela, na verdade quase a agredi, uma chata do caralh*! Se acha dona da verdade e defensora dos pobres, fracos e oprimidos. Não podia falar ou fazer algo que ela já vinha reclamando.
- Alice... Verdadeira má influência, vive se metendo e defendendo sua irmã, na verdade acho que ela é que apresenta as vagabundas que sua irmã se envolve. Uma pobretona que não sabe o seu devido lugar, uma insolente, atrevida.
- Com certeza ela deve apoiar a Carol, Marcilio me disse que pelas conversas com os amigos em comum que eles têm, a Alice tem estado ao lado da Carol em todos os momentos e que por meus avós ela e Carol deveriam namorar.
- Ela deve estar esperando para dar o golpe na sua irmã, como a prima deu em seu tio.
- Tio Gabriel está aqui na capital se rebaixando pela Elisa.
- Precisamos fazer com que seu tio saiba com quem sua irmã está se envolvendo. Gabriel pode ser muito útil nessa empreitada.
- Porque a senhora diz isso, mãe?
- Seu tio nunca aceitou muito bem a adoração que seu avô tem pela sua irmã, além de que Ana Carolina sempre aprontou com ele, muitas namoradinhas dele acabaram na cama da sua irmã. - Marina fecha os olhos e leva a taça a boca - Por esse motivo ele sente um ciúme absurdo da esposa com relação a sua irmã, elas são amigas. Podemos usar isso e o fato dela estar com uma Camargo e filha do assassino do Otávio para que ele nos apoie.
- Eu pensei que iriamos amanhã para Nova Esperança.
- E nós vamos, mas, antes de irmos, vou conversar com Gabriel. Quem sabe ele não volte conosco.
- Não sei se é realmente uma boa ideia, ele pode falar com a esposa e ela avisar sobre nossa ida.
- Você tem um ponto filho. Na conversa que tiver com ele deixo subtendido que pretendo ir em algum momento a Nova Esperança, até porque sua irmã já sabe que pretendemos ir.
- Sim, a última vez que conversei com ela e com vovó deixei claro que iriamos para lá.
- Vamos chegar de surpresa em Nova Esperança.
Rafael olhou para a mãe, e ambos sabiam: estavam prontos para a guerra. Marina alimentava o ódio, e Rafael se deixava consumir por ele. A viagem para Nova Esperança não seria apenas uma visita. Seria um confronto.
Marina encontrou Gabriel em um restaurante discreto da capital. O ambiente elegante contrastava com o peso das palavras que estavam prestes a ser ditas.
Gabriel olhava para a cunhada com certa estranheza. Não eram próximos, se falavam muito mais por questões sociais do que por carinho. Na verdade, ele agora percebia que a cunhada o procurava muito para saber da filha, ele percebia agora que em muitos momentos se deixou levar pela raiva da cunhada em relação a sobrinha.
- Então, Gabriel... - Começou Marina, mexendo lentamente na taça de vinho.
- O que você quer Marina?
- O que é isso Gabriel? Não posso querer saber como você e sua... Elisa ainda é sua esposa? Ou você insiste em um casamento que não existe mais?
Gabriel franziu o cenho, desconfortável.
- O que quer dizer com isso, Marina? Lógico que Elisa ainda é minha esposa.
- Não quero dizer nada, apenas estamos conversando. Desde que você veio para cá em busca da sua esposa não havíamos ainda conversado pessoalmente. Sei de algumas coisas por conta de Rafael. Apenas isso meu cunhado. Está desconfiado de algo? Ou alguém?
Gabriel se inclinou, tenso.
- Como? O que... o que.. Eu não tenho tempo para jogos Marina. De verdade, se você me chamou para isso...
- Calma Gabriel! Calma. Para que esse nervosismo todo! Apenas perguntei o que qualquer pessoa poderia perguntar, até porque sua esposa é amiga da minha filha, prima da melhor amiga dela e gostaria de confirmar algumas informações sobre Ana Carolina, talvez com você ou com Elisa mesmo, porque não a trouxe junto?
- Talvez porque da última vez que você a viu em Nova Esperança, você tenha sugerido que ela é uma golpista e que havia muita amizade entre ela e sua filha, lembra?
- O que posso fazer Gabriel se elas realmente são amigas de longa data?
Gabriel respirou fundo e pensou: - Você não tem motivos para desconfiar de sua esposa.
Ela sorriu, venenosa, percebia o desconforto de Gabriel, a respiração profunda, o leve tremor das mãos. Marina sabia como apertar os botões dele.
- Gabriel, é apenas um comentário. Apesar do seu ciumes da amizade de Ana Carolina e Elisa, delas se conhecerem há anos, uma amizade longa e cheia de peculiaridades, posso assim dizer, não é?
- Marina... - Ele falou entre dentes, a mão apertando a taça de vinho.
- Não quero causar incomodo Gabriel, calma! Na verdade quero falar sobre outro assunto.
- Que assunto?
- Diana Camargo, acredito que você tenha a conhecido antes de correr atrás da sua esposinha...
- Uma petulante, cheia de marra... Mas, o que esperar de alguém que tem esse sobrenome, não é? Mas, o por que desse interesse nela?
- Vocês investigaram o passado dela?
- Sim, sua filha conseguiu descobrir algumas coisas, pelo que entendi ela não tem parentesco com os Camargo de Nova Esperança.
- Interessante. Ana Carolina investigou a fundo ela?
- Ja falei que sim.
- O que você faria se eu dissesse que Ana Carolina está se envolvendo com essa tal Diana Camargo. E que tenho motivos para desconfiar que ela seja filha de Dário Camargo.
- O que? Do que você está falando Marina?
- Eu também mandei investigar essa Diana, não consegui provas, mas tudo aponta para isso. O nome da mãe dela, Sandra, é o mesmo da esposa de Dário. E pelas fotos... a semelhança é assustadora. s
Gabriel apertou os punhos.
- Eu vou falar com meu pai. Ele precisa saber disso. A neta amada dele envolvida com a filha do assassino do meu irmão.
Marina sorriu, satisfeita em ver a raiva crescer.
- Faça isso. Seu pai sempre protegeu demais a Carol. Talvez agora ele abra os olhos. Você precisa voltar para Nova Esperança o quanto antes.
Marina ainda insistiu por algum tempo na volta dele para Nova Esperança, mas, não falou nada que ela e o filho iriam para lá, e passou algumas informações para que Gabriel falasse com o pai.
Após o almoço, Gabriel saiu perturbado. Chegou à casa dos sogros e encontrou Elisa conversando com a mãe. Ele estava pensativo, distante. Elisa percebeu imediatamente.
Ele não permaneceu na sala, foi imediatante para o quarto que dividia com a esposa na casa dos sogros. Pegou o celular chegou a buscar o nome do pai na agenda, mas, não ligou. Precisava entender o que a cunhada falou, não conseguia acreditar que a sobrinha pudesse cometer a traição de estar envolvida com a filha do homem que matou o irmão e pai dela.
Levantou-se começou a andar pelo quarto inquieto, as palavras de Marina indo e vindo em sua cabeça.
Elisa assim que foi possível seguiu a procura de Gabriel.
- Mãe, aconteceu alguma coisa, vou procurar ele pra saber o por que dele chegar assim?
- Claro filha, mas, por favor, lembre-se do seu estado.
- Não se preocupe mãe. - Disse suavemente.
Elisa entrou no quarto e encontrou o marido com o olhar perdido.
- O que aconteceu, Gabriel?
Ele respondeu ríspido, sem pensar:
- Nada que você precise saber.
Elisa ergueu o queixo, firme.
- Não fale comigo desse jeito. Eu não vou aceitar ser tratada dessa maneira novamente. Se está com problema, estou aqui para ouvir, aconselhar, não para ser insultada. Você prometeu!
Gabriel baixou a cabeça, passou as mãos no rosto, arrependido. - Me desculpa... Eu agi errado. Foi a raiva falando. Eu não quero ser esse homem. Estou tentando mudar, Elisa. As consultas com a psicóloga estão me ajudando. Mas às vezes é difícil quebrar velhos hábitos.
Elisa respirou fundo, avaliando-o. - É justamente porque vejo essa tentativa real de mudança que ainda considero dar uma nova chance ao nosso casamento. Mas não vou tolerar mais essas atitudes.
Gabriel segurou a mão dela, com sinceridade. - Eu sei. E não quero perder você. Nem nossa filha que vai nascer. Estou tentando ser um homem melhor para vocês.
Elisa o olhou nos olhos.
- Então me diga, Gabriel. O que te deixou assim?
Ele hesitou, mas acabou contando: - Foi Marina.
Elisa arregalou os olhos, mas logo percebeu o jogo.
- O que ela te disse? Devo adivinhar que tem a Carol envolvida de alguma maneira?
- Segundo Marina, Carol está envolvida com a tal Diana Camargo, a mulher que comprou as terras abandonadas onde meu irmão foi morto.
- E o que teria isso demais? Ah! Esqueci! A mulher de bem, a grande dama da sociedade, não aceita a filha lésbica! Não é? E porque isso te incomodaria Gabriel?
- Com a minha vida nada? Não concordo com o estilo de vida da Carol e tenho os meus motivos para isso. Mas, ainda segundo Marina, esta tal Diana pode ser filha do assassino do meu irmão.
- O que? - Elisa arregalou os olhos, mas logo percebeu o jogo. - Marina está tentando usar você para atingir a Carol. Ela sabe da sua mágoa, do seu ciúme, e está manipulando você com essas informações malucas, sem pé nem cabeça. É logico que Carol jamais se envolveria com a filha do homem que matou o pai dela.
Gabriel ficou em silêncio, absorvendo. Elisa continuou, firme:
- Não caia nessa armadilha. O que ela disse a mais? Hum? Que você deveria voltar imediatamente para Nova Esperança? Ela não falou também da minha amizade com a Carol? Ou quem sabe tenha falado de Alice também?
Gabriel respirou fundo, pensativo.
- Talvez você tenha razão...
- Se você voltar para Nova Esperança movido por ódio, vai destruir tudo o que está tentando reconstruir Gabriel. Não vou voltar para aquela vida, se você realmente está tentando mudar, a hora de provar é agora.
- Mas se for verdade, Elisa... se essa Diana for mesmo filha daquela homem...
Elisa o interrompeu, firme:
- Se for verdade, não muda o fato de que Marina está usando isso para envenenar você contra sua própria sobrinha. Pense bem, Gabriel. Quem você quer ser daqui pra frente?
- Eu preciso falar com meu pai sobre isso, não posso deixa-lo no escuro.
- O que você vai falar com o seu pai?
- Que há a possibilidade dessa Diana ser filha de Dário Camargo. Não vou falar sobre o envolvimento ou possível envolvimento de Carol com ela, mas não posso deixar de avisar ao meu pai.
Elisa respirou fundo, abraçou Gabriel.
- Entendo isso de avisar ao seu pai sobre essa suspeita. Estarei do seu lado quando você falar com ele.
Gabriel sorriu, levou a mão ao rosto da esposa e beijou levemente seus lábios. Sabia que estava reconstruindo o casamento, a confiança, o respeito mutuo. Não podia perder a chance que Elisa estava dando a ele, esse voto de confiança que tinha acabado de receber, era mais um passo na reconstrução do casamento deles.
Marina chegou em casa com o ar altivo de sempre. A empregada se apressou para abrir a porta .
- Porque a demora em abrir a porta?
- Desculpe Dona Marina.
Jogou a bolsa para a emprega que por pouco não conseguiu segurar.
- Não sabe fazer nada? Nem uma bolsa consegue segurar sem derrubar? - disse, arrancando a bolsa das mãos da empregada.
A empregada engoliu seco.
- Onde está Rafael?
- Na sala de TV senhora.
Sem sequer agradecer, subiu os degraus com passos firmes, como se fosse dona não apenas da casa, mas da vida de todos ali.
Na sala, Rafael estava ao telefone com Marcílio. Sua voz era carregada de impaciência. - Você só sabe reclamar, Marcílio. Agora vem me dizer que a Alice anda conhecendo alguma mulher? - riu com sarcasmo. - Francamente, você fala como se isso fosse novidade. Essa aí sempre foi assim.
Do outro lado da linha, Marcílio tentava se justificar: - Mas eu não sei quem é, Rafael. Isso me incomoda.
Rafael bufou, impaciente. - Você precisa parar de falar como um moleque. Seja mais homem, mais firme. Alice só te pisa porque você se deixa. Se quer respeito, tem que se impor.
Marcílio ficou em silêncio por alguns segundos, até mudar de assunto:
- E tem mais: Carol brigou com Décio. Os vídeos estão circulando. Vou te mandar agora.
Rafael recebeu os arquivos e mostrou para Marina assim que ela entrou. Ela assistiu com atenção, os olhos faiscando. - Pelo menos Ana Carolina não aceita desaforo dos Camargo. - disse com um sorriso frio. - Mas eu mesma vou dar a ela a notícia em primeira mão: que essa Diana é filha de Dário. Quero ver o sofrimento estampado no rosto da minha filha quando perceber que está envolvida com a filha do assassino do próprio pai.
Rafael apertou os punhos, inflamado. - Eu vou fazer da vida dessa Diana um inferno em Nova Esperança. Ela não sabe com quem está mexendo.
Marina ergueu o queixo, calculista. - Precisamos agir com inteligência e perspicácia, Rafael. Não adianta apenas gritar ou bater de frente. Vou entrar em contato com alguns amigos em Nova Esperança. Quero que tudo esteja preparado para a nossa chegada.
Ela se levantou, caminhando pela sala com passos firmes. - Quando chegarmos, não será apenas uma visita. Será uma guerra. Vou destruir Diana Camargo.
Fim do capítulo
Capitulo novo... Espero muitos comentários sobre Marina e Rafael...
Estava morrendo de vontade de postar esse capítulo... apresentar verdadeiramente Marina para vocês... rs mts rs...
E não gente, não tinha escrito esse capitulo, mas, acabo escrevendo as ideias, frases e contextos e depois vou buscar para encaixar nos capitulos...
Espero muitos comentários... Estou escrevendo ainda machucada, hein!!!!!
Me digam o que acharam, adoro as ideias e teorias que voces tem....
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jake
Em: 28/06/2026
Oiê autora espero que esteja tudo bem com você e sua família...E a primeira vez que leio suas histórias e não sei o jeito que você gosta de fazer com as mocinhas.Tem autora que separa os casais, outras que mata ,outras que gosta de traição, .Acho que vc não vai dar sossego as nossas meninas já não chega o Dércio agora Marina e Rafael sem falar do prefeito.Acho que a Diana vai ter que fazer jus ao nome (mulher maravilha)pq vai bomba ...
Parabéns essa história é maravilhosa.
HelOliveira
Em: 21/06/2026
Eu acho que a Marina e o Rafael já devem sofrer um acidente antes de chegar e morrer os dois KKK
Marina achando que vai surpreender Carol e pode ser mais que surpreendida, espero que Carol esteja pronta pra ela e esse irmão idiota preconceituoso
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