Capitulo 39
Capítulo 39
"Eu te amo sem saber como, nem quando, nem onde." - Pablo Neruda
Assim que a porta se fechou atrás de Alice e Liz, o silêncio tomou conta do apartamento. Carol e Diana se olharam por alguns segundos, como se o mundo tivesse parado ali. O sorriso cúmplice de Carol foi suficiente para que Diana desse um passo à frente, aproximando-se.
- Finalmente sozinhas... - murmurou Carol, com a voz baixa e carregada de expectativa.
Diana sorriu, os olhos brilhando.
- Eu estava esperando por isso.
O beijo começou suave, mas logo se tornou ardente, urgente, cheio de desejo acumulado. As mãos se buscavam, se tocavam, explorando cada curva com ansiedade. Entre risos abafados e suspiros, elas tropeçaram até o sofá, onde se jogaram, ainda coladas uma à outra.
Carol mordiscava os lábios de Diana, arrancando dela gemidos baixos. Diana retribuiu, deslizando os beijos pelo pescoço de Carol, mordiscando-o com intensidade, fazendo-a se arrepiar inteira.
- Você me deixa fora de mim... - murmurou Carol, ofegante, apertando-a contra si.
- E eu quero te deixar ainda mais. - respondeu Diana, sorrindo maliciosa, antes de voltar a beijá-la com força.
O sofá se tornou palco da entrega. O desejo crescia, cada toque incendiava a pele, cada mordiscada aumentava a tensão. O quarto esperava, mas ali, naquele instante, elas já estavam perdidas uma na outra, preparando o terreno para uma noite inesquecível.
O beijo entre elas seguia intenso no sofá, ardente, cheio de mordiscadas e carícias. Diana deslizou os lábios pelo pescoço de Carol, mordiscando-o com força, arrancando dela um gemido baixo. Carol sorriu, puxando os cabelos de Diana, e num impulso se levantou, estendendo a mão.
Diana aceitou, levantando-se com um sorriso malicioso. Antes que Carol pudesse dar mais um passo, Diana a puxou de volta, colando seus lábios nos dela. As mãos ágeis começaram a desabotoar a blusa de Carol, que retribuiu, rindo entre beijos, fazendo o mesmo com Diana.
Entre risos e suspiros, as roupas iam cedendo. Diana voltou ao pescoço de Carol, descendo até o colo, deixando marcas de desejo em cada beijo. Carol, ofegante, puxou-a pelos cabelos, mas logo se afastou, caminhando em direção ao quarto.
Diana não deixou que ela fosse sozinha. Entre beijos e carinhos, a puxou pelo corredor, até que esbarraram na parede. Num movimento firme, Diana a prendeu ali, o corpo colado, o olhar ardente.
O beijo se tornou mais intenso, quase selvagem. As mãos de Diana deslizaram pela blusa de Carol, desabotoando-a com pressa, enquanto os lábios percorriam o pescoço e o colo dela. Carol arqueou o corpo, sorrindo entre gemidos, puxando os cabelos de Diana para sentir ainda mais.
Com um gesto decidido, Diana retirou o sutiã de Carol, deixando seus seios à mostra. Sem hesitar, beijou-os com intensidade, mordiscando suavemente, arrancando dela suspiros profundos. Carol apertou-a contra si, ofegante, sentindo o desejo crescer a cada toque.
- Diana... - murmurou, entre risos e gemidos, o olhar brilhando.
Diana ergueu os olhos, firme, e sussurrou contra a pele dela: - Eu te quero inteira, agora.
O clima estava incendiado. A pegada era firme, quente, sem espaço para hesitação. O quarto esperava, mas ali, contra a parede, já não havia volta: o desejo entre elas havia explodido.
Encostada contra a parede, Carol sentia o desejo de Diana incendiar cada parte de si. Mas não queria apenas se entregar - queria mostrar que também sabia provocar. Num movimento firme, ela conseguiu inverter as posições, prendendo Diana contra a parede.
Entre beijos ardentes, Carol deslizou as mãos até o fecho do sutiã de Diana, retirando-o com destreza. Os lábios se encontraram novamente, e Carol mordiscou suavemente os dela, sorrindo maliciosa.
- Agora é a minha vez... - murmurou, antes de descer os beijos pelo pescoço e pelo colo de Diana.
Diana arqueou o corpo, ofegante, enquanto Carol explorava cada curva com intensidade. O desejo era palpável, e o ambiente parecia pequeno demais para conter tanta entrega. Carol mordiscou os lábios de Diana uma última vez, o olhar ardente, e sussurrou:
- Vem... quero você na minha cama agora.
Diana sorriu, seguiu Carol e a puxou. O coração disparado, o corpo em chamas. Quando a porta se fechou atrás das duas, não havia mais volta.
Elas cairam sobre a cama, rindo entre beijos, mas logo foi dominada pela firmeza de Diana. As bocas não se separavam, cada beijo era profundo, ardente, carregado de desejo. Diana a conduzia com intensidade, explorando cada curva com as mãos, como se quisesse gravar na memória cada detalhe da pele quente de Carol.
O quarto se encheu de gemidos e suspiros. Diana desceu os lábios pelo pescoço, espalhando beijos quentes, mordiscando suavemente, arrancando dela reações que a deixavam ainda mais acesa. Carol arqueava o corpo, puxava seus cabelos, mas se deixava conduzir, entregue ao fogo que as consumia.
Os seios já estavam descobertos, e Diana os tomou com a boca, alternando beijos e mordiscadas, explorando cada detalhe com intensidade. Carol sorria entre gemidos, sentindo-se desejada como nunca antes. O olhar dela brilhava, cúmplice, e cada reação só alimentava o desejo de Diana.
Descendo lentamente, Diana espalhou beijos pela barriga de Carol, saboreando cada centímetro. O corpo dela se contorcia sob o toque, e Diana sentia que estavam se descobrindo de verdade. Não era apenas tesão - era cumplicidade, era paixão, era amor misturado com safadeza.
Carol mordiscava os lábios, ofegante, e sussurrava entre risos: - Você me deixa louca...
Diana ergueu os olhos, firme, e respondeu com a voz carregada de desejo: - Eu quero te enlouquecer ainda mais.
Com firmeza, Diana a segurou pelos quadris, aproximando-se ainda mais. O calor entre elas era palpável, e cada toque parecia incendiar a pele. Carol se entregava, confiante, sorrindo entre gemidos, mostrando que estava pronta para se deixar levar.
Diana conduzia o ritmo, hora lenta e provocadora, hora intensa e urgente. Carol reagia a cada gesto, hora rindo, hora gem*ndo, hora puxando-a para mais perto, como se não quisesse nunca soltá-la. O quarto se tornava cúmplice da paixão, e cada movimento era marcado por intensidade e carinho.
O clímax se aproximava como uma onda inevitável. Diana sentia o corpo de Carol vibrar sob suas mãos e seus beijos, cada gemido era combustível para sua própria entrega. Carol se arqueava, os olhos fechados, o sorriso nos lábios, completamente entregue.
E então, juntas, se perderam no auge da noite. O prazer explodiu entre elas, intenso, arrebatador, mas também cheio de ternura. Não era apenas sex* - era amor, era descoberta, era entrega total.
Na cama, ofegantes e sorrindo, se abraçaram. O silêncio que se seguiu não era vazio, mas cheio de significado. Cada olhar, cada toque, cada respiração dizia mais do que palavras. Era a primeira vez delas, e seria impossível esquecer
Diana abraçou Carol com força, como se quisesse protegê-la do mundo inteiro. O beijo que seguiu foi íntimo, lento, cheio de carinho, diferente da urgência que as havia consumido minutos antes. Era um beijo de entrega, de cumplicidade, de quem sabia que tinha vivido algo único.
Carol sorriu contra os lábios de Diana, ainda ofegante, e murmurou baixinho:
- Foi perfeito... mas...
Diana afastou-se apenas o suficiente para olhar nos olhos dela. O coração ainda disparado, o corpo ainda em chamas, mas agora tomado por uma ternura profunda.
- Mas o quê? - perguntou, com a voz suave, acariciando o rosto de Carol.
Carol suspirou, mordiscou os lábios e deixou escapar um sorriso tímido, quase envergonhado.
- Mas eu quero mais... quero você de novo, quero sentir tudo outra vez.
Diana sorriu, um sorriso cúmplice e ardente, e voltou a beijá-la com intensidade. As mãos deslizaram pela pele de Carol, reacendendo o fogo que parecia nunca se apagar. O quarto, ainda impregnado pelo calor da paixão, se tornava novamente cúmplice da entrega das duas.
O olhar de Carol se acendeu, ardente, e antes que Diana pudesse responder, ela a empurrou suavemente contra o colchão. Diana caiu rindo, surpresa, mas logo sentiu o corpo de Carol sobre o seu, quente, decidido, cheio de desejo.
As bocas voltaram a se encontrar, mas dessa vez Carol conduzia o ritmo. O beijo era profundo, intenso, e suas mãos percorriam a pele de Diana com firmeza, explorando cada curva, cada detalhe, como se quisesse provar que também sabia dominar. Diana se deixou levar, entregue, sentindo o corpo vibrar sob cada toque.
Carol desceu os lábios pelo pescoço de Diana, mordiscando suavemente, arrancando dela gemidos baixos. O sorriso malicioso de Carol se misturava com a ternura de seus gestos, e Diana se arrepiava inteira. Os seios de Diana já estavam descobertos, e Carol os tomou com a boca, alternando beijos e mordidas suaves, explorando cada detalhe com intensidade. Diana arqueava o corpo, puxando os cabelos de Carol, sentindo-se desejada como nunca antes.
- Você não fica atrás... - murmurou Diana, ofegante, entre risos.
Carol ergueu os olhos, o olhar ardente, e respondeu com firmeza:
- Eu quero te mostrar que posso te enlouquecer também.
Descendo lentamente, Carol espalhou beijos pela barriga de Diana, saboreando cada centímetro. O corpo dela se contorcia sob o toque, e Carol sentia que estavam se descobrindo de verdade. Não era apenas tesão - era cumplicidade, era paixão, era amor misturado com safadeza.
Diana mordiscava os lábios, ofegante, e sussurrava entre gemidos: - Você me tem inteira...
Carol sorriu, firme, e continuou explorando, conduzindo o ritmo ora lento e provocador, hora intenso e urgente. Diana reagia a cada gesto, ora rindo, ora gem*ndo, ora puxando-a para mais perto, como se não quisesse nunca soltá-la.
O quarto se encheu novamente de calor e cumplicidade. Cada toque de Carol preenchia o espaço entre elas, cada beijo era uma revelação, cada mordiscada um convite para ir mais fundo. Era a primeira vez que faziam amor juntas, e cada segundo se tornava inesquecível.
O clímax se aproximava como uma onda inevitável. Diana sentia o corpo vibrar sob os gestos de Carol, cada gemido era combustível para a entrega das duas. Carol, firme, conduzia até o auge, e juntas se perderam novamente no prazer, intenso, arrebatador, mas também cheio de ternura.
Na cama, ofegantes e sorrindo, se abraçaram. O silêncio que se seguiu não era vazio, mas cheio de significado. Cada olhar, cada toque, cada respiração dizia mais do que palavras. Era a certeza de que aquela noite ficaria marcada para sempre.
Enquanto Diana e Carol se entregavam ao desejo, no apartamento ao lado, Alice encarava o teto do quarto, sem conseguir dormir. O silêncio do apartamento parecia pesado, e cada pensamento a levava até Liz, que estava no quarto de hóspedes.
Alice se virava de um lado para o outro na cama, o coração inquieto. Não era apenas insônia - era a presença de Liz, tão próxima e ao mesmo tempo distante. O simples fato de saber que ela estava ali, a poucos passos, fazia seu corpo vibrar de ansiedade.
Ela fechava os olhos, mas a imagem de Liz surgia nítida: o sorriso tímido, o olhar doce, a forma como se movia com naturalidade, como se já pertencesse àquele espaço. Alice suspirava, mordiscava os lábios, e se perguntava se Liz também estava acordada, pensando nela.
No quarto de hóspedes, Liz deitava abraçada ao travesseiro, também sem conseguir dormir. O cheiro do apartamento, o aconchego do lugar, e principalmente a presença de Alice, tornavam impossível o descanso. O coração batia acelerado, e cada lembrança da noite anterior a fazia sorrir sozinha.
Alice se levantou, caminhou até a janela, tentando se acalmar. Mas o pensamento era inevitável: Liz estava ali, tão perto. O desejo de atravessar o corredor e bater à porta do quarto de hóspedes crescia a cada minuto.
Ela fechou os olhos e sussurrou para si mesma: - Eu não consigo parar de pensar em você...
O apartamento estava mergulhado em silêncio, mas dentro dele, duas mulheres se descobriam em sentimentos que já não podiam mais ser ignorados.
Alice desistiu de tentar dormir. Levantou-se, caminhou até a cozinha e abriu a geladeira, pegando uma garrafa de água. Bebeu alguns goles, mas logo suspirou. "Talvez um leite quente ajude", pensou.
Abriu o armário, pegou a panela, mas no instante seguinte mudou de ideia e murmurou para si mesma:
- Melhor fazer um chocolate quente.
Começou a preparar tudo com calma, mexendo o leite e o pó de chocolate, quando se deu conta de que não estava sozinha. Liz estava ali, parada na porta da cozinha, olhando para ela em silêncio.
As duas se encararam. Alice ficou encantada, o coração disparado. Sorriu abobalhadamente, fechou os olhos e respirou fundo, tentando se recompor. Por dentro, brigava consigo mesma: "Deixa de ser boba, é a mulher por quem você está apaixonada ali, fala alguma coisa, idiota!"
Quando abriu os olhos, Liz já estava mais perto. Alice engoliu seco, nervosa, e soltou a primeira coisa que veio à mente:
- Quer um copo de leite? Digo de chocolate?
Liz sorriu, balançou a cabeça, e sem dizer nada foi se sentar à mesa da cozinha. Alice voltou a mexer a panela, tentando disfarçar o nervosismo, mas o clima era intenso, quase palpável.
Liz pensava consigo mesma: "O que você está fazendo, Liz? Aceitar esse chocolate... ela é tão doce, nem parece aquela Alice que passa o tempo inteiro flertando."
Alice colocou duas canecas sobre a mesa, serviu o chocolate quente e se sentou diante de Liz. O silêncio entre elas não era vazio, mas carregado de significados. Os olhares se encontravam e se desviavam, como se cada uma tivesse medo de revelar demais.
Alice sorriu, tímida, e disse baixinho:
- Eu não consegui dormir... estava pensando em você.
Liz sentiu o coração acelerar. Segurou a caneca com força, tentando esconder o tremor das mãos. O olhar dela se suavizou, e por um instante, esqueceu-se de qualquer barreira.
O clima se tornava cada vez mais íntimo. O chocolate quente era apenas desculpa; o que realmente aquecia a cozinha era a presença das duas, o desejo contido, a cumplicidade que crescia a cada segundo.
Alice mordeu os lábios enquanto mexia a caneca, nervosa. Liz percebeu o gesto imediatamente - não era a primeira vez que via Alice fazer isso, e já sabia que era sinal de nervosismo.
Foi nesse instante que Alice tomou coragem. Respirou fundo, olhou para Liz e disse, com a voz trêmula mas firme: - Eu não aguento mais, Liz... preciso falar o que estou sentindo.
Liz, que levava a caneca de chocolate quente à boca, quase se engasgou. Baixou a caneca rapidamente, os olhos arregalados, o coração disparado. - O quê... Alice... eu...
Mas Alice não a deixou terminar. Estendeu a mão, segurou a dela com firmeza, e respirou fundo. Os olhos se fixaram nos de Liz, e naquele momento não havia mais volta.
- Liz... eu estou apaixonada por você. Não é só desejo, não é só atração. É algo que me consome todos os dias, que me tira o sono, que me faz sorrir sem motivo. Eu penso em você o tempo inteiro, em como você me olha, em como você me faz sentir diferente de tudo que já vivi. Eu não quero mais esconder, não quero fingir que é só amizade. Eu quero você, quero estar ao seu lado, quero descobrir o que podemos ser juntas.
O silêncio que se seguiu foi intenso. Liz sentia o coração acelerar, as mãos tremiam dentro das de Alice. O olhar dela se suavizou, e por um instante esqueceu-se de qualquer barreira.
Alice, ainda segurando sua mão, sorriu nervosa, mas com os olhos brilhando de sinceridade. O clima na cozinha era palpável, carregado de emoção e desejo contido.
Alice segurava a mão de Liz com firmeza, os olhos brilhando de sinceridade. O silêncio na cozinha parecia eterno, até que Liz, nervosa, fechou os olhos. Por um instante, Alice sentiu o coração despencar. Liz retirou sua mão devagar, e Alice ficou triste, o peito apertado, acreditando que havia ido longe demais.
Mas quando Liz abriu os olhos, levou ambas as mãos até o rosto de Alice. O gesto foi suave, delicado, e um sorriso tímido surgiu em seus lábios. Alice congelou, surpresa, e o coração disparou novamente.
- Alice... - disse Liz, a voz baixa, quase um sussurro. - Eu nunca pensei que fosse sentir isso por uma mulher. Mas você... você me fez descobrir algo que eu não sabia que existia em mim. Eu não sei explicar direito, mas cada vez que você está perto, eu sinto meu mundo mudar. Eu sinto que estou segura, que estou feliz, que estou... apaixonada.
Alice sorriu, os olhos marejados, e não conseguiu conter a emoção. O sorriso de Liz era doce, sincero, e pela primeira vez ela se mostrava vulnerável.
As duas se olharam intensamente, e então Alice se inclinou, aproximando seus lábios dos de Liz. O beijo aconteceu suave, carregado de ternura, mas também cheio de desejo contido. Era o segundo beijo delas - o primeiro havia sido na sala do hospital, tímido, inesperado. Agora, era diferente: consciente, apaixonado, verdadeiro.
O chocolate quente esfriava sobre a mesa, esquecido. O que realmente aquecia a cozinha era o encontro das duas, o início de algo que nenhuma delas poderia mais negar.
O beijo entre elas foi intenso, carregado de ternura e desejo contido. Quando finalmente se afastaram, sorriram uma para a outra, ainda ofegantes, e tomaram o chocolate quente que esfriava sobre a mesa. Alice, encantada, segurou as mãos de Liz e as beijou suavemente, arrancando dela um sorriso tímido.
Com calma, Alice recolheu as canecas e deixou-as sobre a pia. Em seguida, estendeu a mão para Liz e a conduziu até seu quarto. Mas ao chegarem à porta, Liz travou. O coração acelerado, o olhar nervoso. Alice percebeu e, sem soltar sua mão, falou com voz suave:
- Calma... eu sei que você não está preparada. Não vou forçar nada.
Liz sorriu, aliviada, e Alice continuou, com um tom doce e brincalhão:
- Dorme comigo. Sem pressão, apenas dormir mesmo, porque pelo jeito nenhuma de nós estava conseguindo. Prometo que não vou forçar nada.
Liz levou os dedos até os lábios de Alice, sorriu e respondeu baixinho:
- Eu sei... calma. Não estou preparada agora, Alice. Mas... podemos sim dormir juntas.
Alice abriu um sorriso safado, e Liz balançou a cabeça, rindo.
- Dormir apenas, mocinha...
Alice não perdeu tempo:
- E eu disse o quê? Convidei primeiro, lindinha...
Liz riu, e o clima se tornou leve, cheio de cumplicidade. Entraram no quarto e se deitaram na cama de Alice. Liz, tímida, ajeitou-se ao lado dela, mas Alice não deixou o silêncio pesar. Fez uma brincadeira qualquer, arrancando risos de Liz, e logo a atmosfera ficou suave, confortável.
Alice a abraçou com carinho, aproximou os lábios do pescoço de Liz e depositou um beijo suave. Liz fechou os olhos, sorrindo, e se aconchegou nos braços dela. Assim, abraçadas, as duas acabaram adormecendo, embaladas pelo calor da descoberta e pela certeza de que estavam vivendo o início de algo especial.
Fim do capítulo
Boa noite!!!!
Gente, vão desculpando ai... pq não sou boa nessa parte de hot...
Mas... pra não perder o costume: COMENTEM! COMENTEM! COMENTEM"
Assim que for possivel, prometo responder a todos os comentários!
E obrigada pelo carinho de todas voces, isso conta muito, ainda mais com tudo o que vem acontecendo.... enfim!!!!
Comente o que acharam, por favor... se me sai bem no hot, o que acharam da Alice e da Liz... rs
Bjo no coração de todas! Ah! se desejarem me sigam no instagram...
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